Umburanas

5 de janeiro de 2018

Mestranda da Uneb realiza pesquisa sobre Jornalismo Colaborativo e Educomunicação no contexto da Diversidade

“Nosso principal objetivo foi engajar o grupo na problematização dos campos Comunicação (Imprensa/Jornalismo/Mídias/TICs), Educação (Formação Crítica) e Cultura (Identidades/Diversidade)..."

Fruto de pesquisa-ação da mestranda e jornalista Verusa Pinho, sob orientação do prof. dr. Antenor Rita Gomes, o curso de extensão Jornalismo Colaborativo e Educomunicação no contexto da Diversidade aconteceu de setembro a dezembro deste ano, reunindo educadores, comunicadores e militantes sociais de Jacobina e região em torno de discussões teóricas e atividades práticas.

Viabilizada através do Grupo de Pesquisa em Cultura Visual, Educação e Linguagens (Cult-Vi), da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Educação e Diversidade (PPED), a formação rendeu três matérias – uma entrevista e duas grandes reportagens -, além de produções audiovisuais, feitas de modo coletivo pelo grupo. Os temas incluem desafios e conquistas do projeto Casa Rebeca e de outras organizações da sociedade civil organizada, bem como o bairro Bananeira sob a perspectiva histórica, com ênfase nos aspectos culturais e ambientais (acesse o blog do projeto e fique por dentro). 

“Nosso principal objetivo foi engajar o grupo na problematização dos campos Comunicação (Imprensa/Jornalismo/Mídias/TICs), Educação (Formação Crítica) e Cultura (Identidades/Diversidade), ao lado da interface desses saberes, abordando assuntos que raramente têm visibilidade na imprensa tradicional. O tema tecnologias digitais também foi evidenciado nos encontros, tendo em vista o uso de espaço virtual criado como fonte de estudo e interação dos participantes, enquanto colaboradores diretos da pesquisa: o Portal da EduColaborAção”, destaca Verusa, que acrescenta: “Convidamos toda a sociedade para navegar pelo ambiente e enviar críticas/sugestões. Estamos disponíveis para futuras parcerias com escolas e grupos educativos não formais. Os conteúdos podem e devem ser utilizados, desde que citados os créditos, com base na criticidade e em prol da transformação social”, comenta. 

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