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14 de junho de 2017

Trânsito mata mais que Aids, gripe e dengue juntas

Alguns fatores contribuem para evitar as mortes no trânsito. Respeitar a velocidade e não beber ao dirigir são os mais importantes.


O trânsito mata mais que doenças como Aids, gripe e dengue juntas. São 120 brasileiros por dia. O Bem Estar desta quarta-feira (14) convidou o diretor de tecnologia da Associação de Medicina de Tráfego e médico intensivista Aly Yassine para mostrar que muitas das mortes poderiam ser evitadas. A consultora e pediatra Ana Escobar falou sobre os cuidados com as crianças no carro.

A OMS considera que não se deve mais chamar de acidente as ocorrências de trânsito para destacar que não são fatos aleatórios, impossíveis de evitar. Na verdade, a maioria dos casos é evitável.

Alguns fatores contribuem para evitar as mortes no trânsito. Respeitar a velocidade e não beber ao dirigir são os mais importantes. Uso de dispositivos de segurança (capacete, cadeirinhas, cinto de segurança) diminuem a gravidade das ocorrências, mas não impedem a colisão ou atropelamento. O mais importante é mudar os hábitos. Grande parte das mortes são causadas por falha humana.

Outra medida importante e, por vezes, polêmica, é a redução de velocidade em grandes vias. A velocidade excessiva é responsável por um a cada três colisões. Reduzir o ritmo é uma questão central para se evitar lesões e mortes no trânsito. Quanto maior a velocidade do veículo, maior o risco de lesões mais graves e de mortes.

Estudos comprovam que, ao ser atropelado, o risco de morte de um pedestre é de 20% quando o veículo está transitando a 50 km/h e de 60% quando a 80 km/h. Uma pequena redução, de 5% da velocidade, diminui em 30% as mortes.

Por G1, São Paulo

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