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16 de junho de 2017

Profissão de baiana de acarajé deve ser incluída na Classificação Brasileira de Ocupações

Termo de estudo técnico para viabilizar esta inclusão foi assinado nesta sexta-feira (16), na na sede da Superintendência Regional do Trabalho.



A profissão de baiana de acarajé deverá ser incluída na lista de Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). O termo de estudo técnico que irá viabilizar esta inclusão foi assinado nesta sexta-feira (16), na sede da Superintendência Regional do Trabalho no Estado da Bahia (SRTE), no Caminho das Árvores, em Salvador.

O documento foi assinado pelo secretário executivo do Ministério do Trabalho, Antônio Correia, a secretária de Políticas para as Mulheres de Salvador, Taíssa Gama, e a Associação de Baianas. Esse termo irá ajudar o ministério a descrever a profissão.

De acordo com a presidente da Abam, Rita Santos, essa reivindicação das baianas de acarajé é desde 2009. Com a regulamentação, as baianas vão poder, por exemplo, se cadastrar como microempreendedor individual e incluir a profissão em documentos como passaporte.

Apenas em Salvador, o reconhecimento da profissão deve beneficiar cerca de 3.500 baianas de acarajé, segundo estimativa da Associação das Baianas de Acarajé, Mingau e Receptivo da Bahia (Abam). Desde 2005, as baianas são reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Por G1 BA

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