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31 de maio de 2017

Jorginho, Levir Culpi e Cristóvão Borges são os mais cotados para assumir o Bahia

Diretoria tricolor tem pressa para anunciar o substituto de Guto Ferreira.


Com a reapresentação marcada para a tarde desta quarta-feira (31), a atividade do Bahia será comandada pelo auxiliar do clube, Preto Casagrande, que assume o time interinamente. A direção, no entanto, tem pressa para definir o nome do novo treinador, que tem grandes chances de já estrear no comando da equipe na próxima segunda-feira (5), diante do Atlético Goianiense, às 20h, na Fonte Nova. Três nomes estão cotados para assumir o cargo deixado por Guto Ferreira. 

O primeiro deles e de maior força no momento é o de Jorginho, 52 anos, que foi auxiliar de Dunga na Copa do Mundo de 2010 e treinou Goiás, Figueirense, Ponte Preta, Flamengo e Vasco, além do Kashima Antlers, no Japão e Al Wasl, no Emirados Árabes. Como jogador, ele foi tetracampeão mundial com a Seleção Brasileira na Copa de 1994, nos Estados Unidos. 

No seu último trabalho, pelo Vasco, foi rebaixado em 2015, apesar de ter feito uma boa campanha de recuperação na Série A, mas conquistou o acesso no ano seguinte, em 2016, junto com o Bahia, além de ter ficado com o título carioca no ano passado.

A outra opção é o experiente Levir Culpi, 64 anos, que é um desejo antigo da diretoria tricolor. Ano passado, antes mesmo de anunciar Doriva para iniciar 2016, o tricolor fez proposta pelo ex-técnico do Atlético Mineiro, que recusou. Campeão da Copa do Brasil e Recopa Sul-Americana pelo Galo em 2014, Levir assumiu o Fluminense em março do ano passado e conquistou o título da Primeira Liga, mas acabou demitido na 34ª rodada da Série A, após derrota por 4x2 para o Cruzeiro. 


O baiano Cristóvão Borges, de 57 anos, é o nome que corre por fora. Técnico do Bahia em 2013, sendo um dos responsáveis por evitar o rebaixamento do clube naquele ano conturbado com intervenção presidencial, ele não vive um bom momento profissional. Quando deixou o Bahia, fez um trabalho de regular para bom no Fluminense em 2014, terminando a Série A na sexta posição. 

Depois disso, passou por Flamengo, Atlético Paranaense, Corinthians e Vasco da Gama, ainda este ano, mas deixou o clube carioca após a eliminação precoce na terceira fase da Copa do Brasil para o Vitória. 

Em entrevista ao programa Os Donos da Bola, Marcelo Sant’Ana falou sobre a procura por novos treinadores e garantiu: “Nós não vamos procurar treinadores que estejam empregados”. Vale lembrar que ano passado, após a saída de Doriva, o Bahia foi buscar Guto Ferreira, que até então era técnico da Chapecoense no Brasileirão da Série A.

Bruno Queiroz - Rede Bahia 

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